Monday, March 10, 2008
Friday, March 07, 2008
Thursday, March 06, 2008
News from Neverland
A actividade é muita ultimamente. Entre reunioes, conferencias (participaçoes ou assistencias), actividades, programaçoes, leituras amnistiacas, leituras bibliotecarias, trajectos, projectos, cansaço (e descanso), sobrevivencia e socializaçoes, o tempo voa, ou nao pára (na realidade acho que os dias sao mais curtos e nao tem as 24 horas que precisaria ou que me gustaria).
Nao vou contar as minhas ultimas aventuras, ou os meus proximos projectos. Nao vou por vários motivos, porque já falta pouco para vos ver e poder contar-vos pessoalmente, porque tenho pouco tempo (porque hoje vou juntar a sobrevivencia com a socializaçao), porque eswtou na AI e o antivirus ta prestes a caducar e nao me deixa em paz para fazer uma actualizaçao que nao posso fazer eu e porque de tantos e-mails que mando estou farta de escrever o mesmo (e acho que voces tampoco leriam tanta coisa -sim porque ja se sabe como sou matraca ou dedolas, entenda-se por dedolas o mesmo que matraca mas atraves de um pc q em x de falares tens de teclar).
Venho só dar sinais de vida. Dizer que continuo aqui. Dizer que gostei muito de saber que tinham ido jantar às pizzas mas que morri de inveja. Dizer que adoro saber que vao ter festa no sabado e vao ter de aturar uma das macacas da familia Coimbra de Paula, mas que (neste caso) morro duplamente de inveja. Dizer que, ainda que nao seja um exemplo de jornalismo, quero ver a famosa revista - que so por ser feita por uma certa pessoa (entenda-se Jay-D) merece todo o carinho. Dizer que gostava de ouvir o dito programa de rádio. Dizer que nao sei quando chego mas que o mais provavel é ser dia 16 (nunca antes) e que volto dia 25 (nunca depois). Dizer que é pouco tempo (ainda por cima se tivermos em conta que tenho de ir lá a cima). Dizer que quero ver-vos, a todos, porque morro de saudades, porque a ana me deve um largo relato das suas ultimas actividades, porque o russo me deve 7 ou 8 ou mais largos abraços, porque a minha prima me deve um "ao vivo e a cores" do seu novo look, porque quero ver o sorriso lindo do meu puto (tambem ele lindo), porque quero ver a revolta da menina radiante, porque quero ver como a minha rrrta rrrta continua igual. Por fim, dizer que nao me esqueço de voces, e que por aqui ha muito mas nada para contar.
Mil beijos*
[P.S.- Dalila, i('d) steal the sun from the sky for you (if I could), I'll be there for you...i mean, sabes que tou ctg e que gostava de saber que fazer p mudar as coisas*]
Nao vou contar as minhas ultimas aventuras, ou os meus proximos projectos. Nao vou por vários motivos, porque já falta pouco para vos ver e poder contar-vos pessoalmente, porque tenho pouco tempo (porque hoje vou juntar a sobrevivencia com a socializaçao), porque eswtou na AI e o antivirus ta prestes a caducar e nao me deixa em paz para fazer uma actualizaçao que nao posso fazer eu e porque de tantos e-mails que mando estou farta de escrever o mesmo (e acho que voces tampoco leriam tanta coisa -sim porque ja se sabe como sou matraca ou dedolas, entenda-se por dedolas o mesmo que matraca mas atraves de um pc q em x de falares tens de teclar).
Venho só dar sinais de vida. Dizer que continuo aqui. Dizer que gostei muito de saber que tinham ido jantar às pizzas mas que morri de inveja. Dizer que adoro saber que vao ter festa no sabado e vao ter de aturar uma das macacas da familia Coimbra de Paula, mas que (neste caso) morro duplamente de inveja. Dizer que, ainda que nao seja um exemplo de jornalismo, quero ver a famosa revista - que so por ser feita por uma certa pessoa (entenda-se Jay-D) merece todo o carinho. Dizer que gostava de ouvir o dito programa de rádio. Dizer que nao sei quando chego mas que o mais provavel é ser dia 16 (nunca antes) e que volto dia 25 (nunca depois). Dizer que é pouco tempo (ainda por cima se tivermos em conta que tenho de ir lá a cima). Dizer que quero ver-vos, a todos, porque morro de saudades, porque a ana me deve um largo relato das suas ultimas actividades, porque o russo me deve 7 ou 8 ou mais largos abraços, porque a minha prima me deve um "ao vivo e a cores" do seu novo look, porque quero ver o sorriso lindo do meu puto (tambem ele lindo), porque quero ver a revolta da menina radiante, porque quero ver como a minha rrrta rrrta continua igual. Por fim, dizer que nao me esqueço de voces, e que por aqui ha muito mas nada para contar.
Mil beijos*
[P.S.- Dalila, i('d) steal the sun from the sky for you (if I could), I'll be there for you...i mean, sabes que tou ctg e que gostava de saber que fazer p mudar as coisas*]
Tuesday, March 04, 2008
Monday, March 03, 2008
Sunday, February 24, 2008
- Acho que não tenho novidades, o que revela a agitação e a animação que tomam conta da minha vida.
- Saiu o primeiro número da revista. Três meses depois, não está nada mal.
- A Ana, a respectiva família, enfim... todos que se depararam com o produto final, compreenderam enfim os meus motivos de frustração. Perceberam o "estilo" da escrita da criatura (e os erros a ele associados).
- Odeio-o, odeio tudo, odeio. Mas amo rádio. E no sábado fui lá e amei. Senti-me em casa. Como se sempre tivesse feito aquilo. A vida toda. A criatura demorou meia hora a ler 4 frases (que eu construí no momento, para corrigir as que ele levava). Ensinei-lh truques e dicas de leitura para não parecer nem demasiado mole, nem demasiado agressivo. Concluo que ali a jornalista profissional sou mesmo eu. Pelo menos fiz boa figura ao pé do homem da rádio (que me via a ensinar a criatura como fazer as coisas e lhe dizia para fazer como eu dizia). Frase da criatura: "Estamos sempre a aprender com estas miúdas".
- Depois de gravado fomos tomar café a pedido do senhor da rádio (um senhor muito querido, mas não um Sena Santos, claro). Esse estará sempre cá dentro.
- Frase da criatura: "Eu não tenho dinheiro". O homenzinho disse que pagava. Eu pedi uma água e quando foi para pagar ia pagar, obviamente. O senhor não me deixou pagar, claro. Mas sabem onde estava a esta hora a criatura? Pois... eu também não sei. Desapareceu nesta parte de pagar. Que vergonha.
- Nunca mais se falou da carteira profissional.
- Para que fique bem claro, se é que não me expliquei bem:
Amo rádio
Tuesday, February 05, 2008
Depois...dpois...dps...dp
1. O debate correu bem, saí em 3 jornais (oh meu deus, sou tao convencida) embora num deles tenham posto uma coisa mal no resumo do que eu disse. Deram-me os parabéns porque se esta foi a minha primeira vez como oradora estive muito bem.
2. Gostei particularmente como os velhotes participaram num debate sobre temas que em geral, consideramos, causam tanta controversia. Tinham mentes abertas, participaram sem discriminação, foi lindo.
3. Tenho muito trabalho na AI agora...
4. Dia 13 vem cá um defensor de Direitos Humanos da Colombia, vai ser lindo.
5. Dalila, não recebi a bateria a tempo, mas não te preocupes que a Marion tinha máquina e fizemos muitas fotos. Já recebi o papel par ir levantar a bateria, vou lá amanhã (ou isso espero).
6. Aninhas brigada pelo teu recado no msn (acho que foi, lembro-me de ler mas não aonde).
7. A viajem correu bem.
8. Foi maravilhoso estar com eles.
9. Já tenho saudades, tenho o coração pequenino pequenino...
10. O Ethan (sobrinho da Marion, e meu..lol) tá gigante....é tão lindo (como sempre só vi por fotos, ele teve com o pai -thomas -no fds passado e vai tar no proximo...precisamente neste q era qdo tinha de estar para eu o ver não estava....é a prova de que devia ter "perdido" o meu bilhete de avião!)
11. Então cheguei 6ª a paris. Esperei pela marion no aeroporto, acontece q ela não se orienta mto bem em Paris, e o CDG é grande como tudo então andamos mais de meia hora uma a procura da outra até que eu decidi pedir ao sr das informações para falar ao telefone c a marion para lhe explicar onde é que eu tava.
12. Depois lá apanhamos os transportes até ao thib. Ai, o meu coraçao ia parando quando o vi, tinha tantas saudades (7 meses é demasiado...), acho q as pessoas deviam pensar q eramos maluquinhos porque abraçamo-nos cada x que nos separavamos eu olhava p cara dele e abraçava-o otra x.
13. Depois fomos p casa dele, um piso muito pequenininho, mto mesmo, é um T0, c um wc, uma cozinha pegada c a sala(quato) de largura acho que é mais estreito q o meu quarto aqui em Salamanca. Mas eu gostava de ter um piso assim sozinha p começar.O unico é q é 500€ (p paris é normal, mas para o tamanho...)
14. Depois fomos ao supermercado comprar uma pizza e bebida porque à noite iamos a um botellon em casa da anne sophie (não sei se vos falei dela).
15. Entretanto chegou o antoine =) tivemos a beber champagne q ele trouxe, a comer, a fumar (eles, claro esta), a falar, o de sempre
16. Depois metro (metade do tempo q tive em paris tive dentro do metro), y botellon. Estava o mika =) e o xavier, foi tao louco ve-lo (ninguem esperava, foi por casualidade, ele encontrou o antoine que o chamou p vir também),t ava o david (que apanhava o avião p cijordania- vai la fazer um estagio de um mes, nao sei se ja tinha dito- ontem à tarde, e só ontem é q ia buscar o visto... tipicamente a david),a laura (q nao curto..) a anne so (q tava um poco rara, nao mto simpatica, não sei...), o braim (nao sei se escreve assim) e otros franceses mto simpaticos(como seria de esperar já que são franceses) amigos do thib, otros do david e otros das chicas. Tivemos ai, ate q os vizinhos vieram reclamar c o barulho =
17. Depois fomos p casa do braim. Supostamente ja havia metro (pk ja pasava das 5.30) entao ja podiamos ir p casa, mas ja se sabe como é...tivemos aí, e só fomos apanhar o metro ja pasava das 8.30, chegamos a casa ja pasava das 9.30 (isto também fazia lembrar salamanca, o pessoal a levantar-se e sair de casa e nós a terminarmos o dia...)
18. Depois dormimos ate as 4 (apesar de eu, como o meu magnifico sono, nao ter dormido quase nada), tomamos pequeno almoço, arranjamo-nos e fomos ate ao sacre ceur, eramos p ir ao cemiterio (não me lembro como se chama) mas já estava fechado. Ai fomos os 4, o mika e dps mais tarde juntou-se o david mais um casal amigo seu (que se conheceram em Salamanca e se vão casar). Muito louco, estivemos ai os 5 sentados a ouvir um desses grupos q tocam na rua
19. Depois tivemos de ir a casa otra vez e depois fomos para st michel para comer (eramos 15/17, mais de metade da noite anterior e um casal novo), acontece que em st michael tinhamos feito reserva mas como chegamos 10 minutos (sim, 10minuto) tarde, deram a nossa mesa a otros,e como tal fomos procurar otro restaurante, nao foi muito fácil, mas foi rapido
20. Depois jantamos, fomos a um bar onde paguei 6,5€ por uma cerveja grande (do tamanho da sangria grande do oharas) foi o + barato q arranjamos, havia um onde nos pediam 15€
21. Depois o pessoal foi indo embora, já so tavamos os 5.
22. Despedimo-nos do mika (q tava a dormir em casa do braim, pk em casa do thib ja eramos 4 o q é suficiente...lol), começou a parte triste....
23. Depois fomos p casa tivemos no "parlapier" (o antoine nao tanto pk ainda tava de ressaca e tava mais a dormir q otra coisa), vimos o albergue espanhol (tipicamente nosso,lol),falamos mais um bom bocado e no final quando apagamos a luz e a musica p dormir ja eram 5horas (note-se que eu queria continuar a falar, ou não fosse eu uma matraca, mas eles queriam dormir...).
24. Depois, no dia seguinte levantamo-nos, arranjamo-nos, comemos e eu e a marion fomos embora pk tinhamos de ir apanhar o tgv...esta parte foi mto triste...doeu tanto despedir deles....
25 . Depois fomos p angers, os pais da marion 5 estrelas (como ja sabia). Visitamos a cidade (mto bonita), jantamos, vimos "dirty dancing2" (tipicamente do piso, embora tenha sido a primeira vez que vi) tivemos no parlapier kdo fomos dormir ja era tarde
26. Depois, no dia a seguir (ontem) fomos a um parque que ha la perto, lindo, demos mais um paseio pela cidade, a noite fomos ver Sweeny Todd o ultimo filme de tim burtan, com johny depp(gostei muito do filme)
27. Depois, hoje levantamo-nos, tomei pequeno almoço, a marion levou-me a estaçao de comboios e pimbas...otra vez adeus, outra vez a tristeza. A sério, eu e a Marion é algo mesmo muito à frente, parecemos, realmente, da mesma familia, pela realação que temos, o carinho mutuo pelo resto das familias, pelo que sabemos, por tudo.
28. O resto do dia foi em viajem
29. Foi lindo magnifico maravilhoso.
30. Espero noticias vossas.
Kiss Kiss Bang Bang
Tuesday, January 15, 2008
Jardins Proibidos (mas apetecidos)
Estive a ponto de por o belo do video "jardins proibidos" aqui, depois achei que talvez não fosse a melhor ideia!
No entretanto decidi-me por esta foto...a praça mais linda do mundo,ao fundo a arvore que (nessa noite) perdeu dois presentes e bem no centro as quatro beldades mais belas do mundo (lol)!Registo de uma chegada em grande, para uma estadia muito curta mas maravilhosa. Agora fecham-se portas e abrem-se outras, mas esta permanece sempre aberta: os quiero*
Por agora informo que:
- Já descobri os donos de quase todos os achados em C/Maria Auxiliadora.
- Vou a França no Carnaval.
- Tenho saudades.
- Tenho muito que fazer.
- O tempo piorou.
Beijooooo*love
Saturday, January 05, 2008
Tuesday, December 25, 2007
- Já passou o Natal! Thank God.
- Salamanca (nos aguardxiiii)
- O duplo CD de Heroes del Silencio é genial
- Mais Almada na minha colectânea de blogs, pesquisem, informem-se, façam algo pela poesia!
- Amanhã levo os meus papéis da carteira para o bules. Porque percebi eue meu estágio começou dia 17 (apesar de ainda não ter assinado nada). Portanto tenho um mês para tratar de tudo (quero ver como é que a besta descalça esta bota).
- Ainda do outro dia me responderam do Ministério da Educação a dizer que o meu nome não constava na Carteira... lol pois claro.
- Hoje ardeu uma casa em Alfragide, exactamente no sítio onde eu começava a ver tudo em chamas no meu sonho...
- A minha avó faria 88 anos.
Sunday, December 23, 2007
Friday, December 21, 2007
Tuesday, December 04, 2007
Thursday, November 29, 2007
Direito à vida I
Em Setembro tinha decidido que só utilizaria este blog para contar-vos o que me passava. Seria uma espécie de diário (ou semanário), acontece que comigo os diários não resultam (como se pode ver já que deixei a setima semana a meio e, no entretanto, já passaram umas quantas..). Hoje quebro essa decisão. Quero falar sobre outro tema, e, para ser sincera, só não o faço no meu blog porque sei que aqui mais pessoas o vão ler. Não quero que concordem ou que discordem, apenas que me deixem falar, gritar e lamentar à vontade. Depois, se quiserem, têm o direito de falar, gritar, lamentar ou ficar calados...
Artigo 3, Declaração Universal dos Direitos Humanos
"Todo o ser humano tem direito à vida, à liberdade à segurança da sua pessoa"
Entre a vida e a morte às vezes vão pequenos passos, pequenos gestos. Entre a vida, e a morte, a distância é, frequentemente, muito curta. E quando a vida depende da vontade de alguns esta distancia deixa, muitas vezes, de existir.
Podia falar da pena de morte, da violência contra mulheres, da tortura, do comércio de armas, das perseguições, dos presos de consciencia ou de tantos outros temas, mas hoje deixo os debates políticos, morais e controversos para outro dia, deixo-os de parte e vou falar apenas da quarta causa de morte a nivel mundial. Não vou falar dos presos de Guantanamo, das mulheres que só por serem mulheres são agredidas, dos milhares de crianças que veem a sua vida fugir-lhes por uma arma que não pediram ou das pessoas que perdem a sua liberdade porque se lembraram de expressar o que sentiam ou pensavam. Vou tão e somente falar daquelas pessoas que, por uma doença, perdem o seu emprego, têm a sua vida ameaçada, ficam sózinhos e são abandonados pela sociedade. Vou tão e somente falar daquelas pessoas a que asociedade se esqueceu de fazer chegar a informação necessária, ou cujas familias e sociedades não ensinaram (ou não aprenderam) que há temas que não podem ser tabus. Vou tão e somente falar daquelas pessoas que continuam a acreditar que "só passa aos outros".
Actualmente existem mais de 33 milhões de pessoas infectadas com o VIH/SIDA. A cada minuto há quatro jovens entre os 15 e os 24 anos que são infectados por este virus. Esta é a quarta causa de morte a nível mundial. Embora o número de mortes tenha diminuido nos últimos tres anos, a verdade é que o número de pessoas infectadas continua a aumentar.
Ainda não existe cura para esta doença. É verdade que estamos cada vez mais próximos mas também é verdade que, no negócio farmaceutico, os interesses são muitos e que mesmo depois de encontrada a cura as dificuldades para a fazer chegar às pessoas que a necessitam vão ser enormes, se já o são com os tratamentos existentes....
Por enquanto, a melhor arma continua a ser a prevenção. A prevenção, sim, é uma boa arma para acabar com o número crescente de pessoas infectadas. Deixemo-nos de tabus, deixemo-nos de medos estupidos e passemos a ter medo do que devemos ter. Falemos abertamente sobre o sida, sobre sexo, sobre preservativos. Falemos sobre amar, amar o próximo e antes de tudo amar a vida.
Por enquanto, o único tratamento possivel permite-lhes ter uma vida quase normal, mas é preciso não esquecer que é preciso mais, que uma gripe numa pessoa seropositiva não é uma gripe normal.
Por enquanto, é preciso educar a respeitar, respeitar e tratar de igual maneira uma pessoa infectada, a não discriminar, ensinar que esta doença não se transmite por um simples sorriso, olhar, contacto ou abraço.
Ensinemos a prevenir mas a cuidar também. Ensinemos a respeitar. Ensinemos os governos a cumprir as suas responsabilidades. A criar políticas de prevenção e de ajuda ao tratamento.
Lembremos-lhes que, em 2000, a ONU estableceu como objectivo do milénio o combate ao VIH/SIDA. Sete anos depois, nenhum pais, que eu tenha conhecimento, se lembrou de fornecer preservativos grátis (e não falo em actos pontuais) ou de permitir que todas as pessoas infectadas com o VIH/SIDA tenham accesso gratuito (ou pelo menos a um preço aceitavel) aos tratamentos antiretrovirais (não sei se diz assim). Sete anos depois, em Guyana (como noutros países) despedem-se pessoas tendo em conta a sua condição serologica ou pedem-se testes de VIH antes de se admitir alguém num novo cargo. Sete anos depois, na Namibia só aproximadamente 22 mil pessoas das 50 mil infectadas recebem tratamento. Sete anos depois deste objectivo, e dez anos depois do conflicto em Ruanda, as mulheres com VIH contraido por violações (70%das mulheres violadas em Ruanda durante o conflicto armado, que durou mais de dez anos, contrairam sida) não têm, nem sequer, atenção sanitária. Sete anos depois, há países como a Républica Dominicana (que tem uma taxa de incidencia de 1%) que apesar de receber dinheiro internacional, destinado a tratamentos antiretrovirais, suficiente para toda a população infectada, só 30% dessa população recebe tratamento.
É preciso não esquecer que o VIH/SIDA afecta qualquer pessoa, não importa sexo, idade, orientação sexual. É preciso lembrar que o direito à vida é um Direito Universal, e que cabe a cada governo assegurar os direitos dos seus cidadãos.
É preciso não esquecer que é um dever individual lutar para que se respeitem os seus direitos e isso começa partindo de nós.
Quiero sentirte a mi lado, compartir risas, abrazos, caricias, besos, placer y sexo...seguir haciendo las mismas cosas.
Tu compasión, miedo, lástima, indiferencia...no los quiero. Ni tus reproches, ni tus consejos cargados de buenas intenciones...ni que me rehugas, ni que no me dejes ni a sol ni a sombra...
Tan sólo quiero que sigamos siendo los mismos, porque vivamos con el vih/sida o no, lo que siempre necesitamos es amor.
Artigo 3, Declaração Universal dos Direitos Humanos
"Todo o ser humano tem direito à vida, à liberdade à segurança da sua pessoa"
Entre a vida e a morte às vezes vão pequenos passos, pequenos gestos. Entre a vida, e a morte, a distância é, frequentemente, muito curta. E quando a vida depende da vontade de alguns esta distancia deixa, muitas vezes, de existir.
Podia falar da pena de morte, da violência contra mulheres, da tortura, do comércio de armas, das perseguições, dos presos de consciencia ou de tantos outros temas, mas hoje deixo os debates políticos, morais e controversos para outro dia, deixo-os de parte e vou falar apenas da quarta causa de morte a nivel mundial. Não vou falar dos presos de Guantanamo, das mulheres que só por serem mulheres são agredidas, dos milhares de crianças que veem a sua vida fugir-lhes por uma arma que não pediram ou das pessoas que perdem a sua liberdade porque se lembraram de expressar o que sentiam ou pensavam. Vou tão e somente falar daquelas pessoas que, por uma doença, perdem o seu emprego, têm a sua vida ameaçada, ficam sózinhos e são abandonados pela sociedade. Vou tão e somente falar daquelas pessoas a que asociedade se esqueceu de fazer chegar a informação necessária, ou cujas familias e sociedades não ensinaram (ou não aprenderam) que há temas que não podem ser tabus. Vou tão e somente falar daquelas pessoas que continuam a acreditar que "só passa aos outros".
Actualmente existem mais de 33 milhões de pessoas infectadas com o VIH/SIDA. A cada minuto há quatro jovens entre os 15 e os 24 anos que são infectados por este virus. Esta é a quarta causa de morte a nível mundial. Embora o número de mortes tenha diminuido nos últimos tres anos, a verdade é que o número de pessoas infectadas continua a aumentar.
Ainda não existe cura para esta doença. É verdade que estamos cada vez mais próximos mas também é verdade que, no negócio farmaceutico, os interesses são muitos e que mesmo depois de encontrada a cura as dificuldades para a fazer chegar às pessoas que a necessitam vão ser enormes, se já o são com os tratamentos existentes....
Por enquanto, a melhor arma continua a ser a prevenção. A prevenção, sim, é uma boa arma para acabar com o número crescente de pessoas infectadas. Deixemo-nos de tabus, deixemo-nos de medos estupidos e passemos a ter medo do que devemos ter. Falemos abertamente sobre o sida, sobre sexo, sobre preservativos. Falemos sobre amar, amar o próximo e antes de tudo amar a vida.
Por enquanto, o único tratamento possivel permite-lhes ter uma vida quase normal, mas é preciso não esquecer que é preciso mais, que uma gripe numa pessoa seropositiva não é uma gripe normal.
Por enquanto, é preciso educar a respeitar, respeitar e tratar de igual maneira uma pessoa infectada, a não discriminar, ensinar que esta doença não se transmite por um simples sorriso, olhar, contacto ou abraço.
Ensinemos a prevenir mas a cuidar também. Ensinemos a respeitar. Ensinemos os governos a cumprir as suas responsabilidades. A criar políticas de prevenção e de ajuda ao tratamento.
Lembremos-lhes que, em 2000, a ONU estableceu como objectivo do milénio o combate ao VIH/SIDA. Sete anos depois, nenhum pais, que eu tenha conhecimento, se lembrou de fornecer preservativos grátis (e não falo em actos pontuais) ou de permitir que todas as pessoas infectadas com o VIH/SIDA tenham accesso gratuito (ou pelo menos a um preço aceitavel) aos tratamentos antiretrovirais (não sei se diz assim). Sete anos depois, em Guyana (como noutros países) despedem-se pessoas tendo em conta a sua condição serologica ou pedem-se testes de VIH antes de se admitir alguém num novo cargo. Sete anos depois, na Namibia só aproximadamente 22 mil pessoas das 50 mil infectadas recebem tratamento. Sete anos depois deste objectivo, e dez anos depois do conflicto em Ruanda, as mulheres com VIH contraido por violações (70%das mulheres violadas em Ruanda durante o conflicto armado, que durou mais de dez anos, contrairam sida) não têm, nem sequer, atenção sanitária. Sete anos depois, há países como a Républica Dominicana (que tem uma taxa de incidencia de 1%) que apesar de receber dinheiro internacional, destinado a tratamentos antiretrovirais, suficiente para toda a população infectada, só 30% dessa população recebe tratamento.
É preciso não esquecer que o VIH/SIDA afecta qualquer pessoa, não importa sexo, idade, orientação sexual. É preciso lembrar que o direito à vida é um Direito Universal, e que cabe a cada governo assegurar os direitos dos seus cidadãos.
É preciso não esquecer que é um dever individual lutar para que se respeitem os seus direitos e isso começa partindo de nós.
Quiero sentirte a mi lado, compartir risas, abrazos, caricias, besos, placer y sexo...seguir haciendo las mismas cosas.
Tu compasión, miedo, lástima, indiferencia...no los quiero. Ni tus reproches, ni tus consejos cargados de buenas intenciones...ni que me rehugas, ni que no me dejes ni a sol ni a sombra...
Tan sólo quiero que sigamos siendo los mismos, porque vivamos con el vih/sida o no, lo que siempre necesitamos es amor.
Friday, November 23, 2007
Wednesday, November 21, 2007
Tuesday, November 20, 2007
Thursday, November 08, 2007
- Fui ajudar o tal senhor de que vos falei. Hoje ainda não fiz nada, fui só conhecer as pessoas e as instalações. ADOREI! Foram impecáveis comigo. O homem disse-me logo que precisava mesmo muito da minha ajuda e que eu ia aprender bastante, apesar de por agora não me poder pagar. Não tenho, portanto, qualquer tipo de obrigação (de horários e assim), mas acho preferível ficar lá algum tempo enquanto não surge nada remunerado na minha área, do que ganhar e fazer algo de que não gosto. E são pessoas que conhecem o meu pai e que, assim sendo, não me vão explorar. A simpatia vale muito e neste caso foi decisiva. Fomos logo tomar café todos e já me senti parte da equipa. Começo amanhã.
- Hoje saiu a primeira Sábado com os hospitais!
- Estou contente por voltar a escrever!!!! É impressionante como fazer o que gostamos motiva mais que qualquer coisa... É certo que não posso passar a vida a bulir sem receber, mas é algo que poss fazer neste momento. E, o actual director da revista, também lá começou a custo zero. Vai correr tudo bem. Isso eu sei.
- Hoje saiu a primeira Sábado com os hospitais!
- Estou contente por voltar a escrever!!!! É impressionante como fazer o que gostamos motiva mais que qualquer coisa... É certo que não posso passar a vida a bulir sem receber, mas é algo que poss fazer neste momento. E, o actual director da revista, também lá começou a custo zero. Vai correr tudo bem. Isso eu sei.
Wednesday, November 07, 2007
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